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Erisipelas e Linfedema

Para os doentes de linfedema há sempre sempre uma “faca apontada” que se chama erisipela, por isso  tornou-se muito claro que tínhamos de levar até aos doentes a informação certa, numa linguagem acessível. Assim o Grupo de Trabalho do Linfedema Pediátrico e Primário da VASCERN  começou por desenhar webinar, em anexo, onde podemos contar com a colaboração dos clínicos Tanja Planinšek Ručigaj e Kirsten van Duinen.

O nosso trabalho, nesta área, não ficou por aqui.  A informação basilar deveria ser compilada num fluxograma que  fosse de leitura fácil e que não só poderia ser usado no país natal como, ao ser traduzido em vários idiomas, poderia ser, é, um documento a estar na nossa bagagem, como um “passaporte”, e assim poder ser  usado nos países a visitar por cada um de nós, doente, familiares e cuidadores.

Tanto a informação contida no webinar, como a informação constante no fluxograma  foi validado pela Grupo de Trabalho do Linfedema Pediátrico e Primário da VASCERN:

Robert Damstra, Chair (Centro de Referência Linfovacular);  Nele Devoogdt, Centro de Referência Linfovacular); Guido Giacalone, (Centro de Referência de Linfologia), Pernille Henriksen ePAG Co-Chair (DALYFO), Vaughan Keeley*, Manuela Lourenço Marques ePAG Deputy Co-Chair (andLINFA), Michael Oberlin, (Centro de Referência Földi Klinik) Tanja Planinšek Ručigaj (University Medical Centre Ljubljana, Slovenia)  , Sinikka Suominen (Helsinki University Hospital, Helsinki, Finland  Centre, Department of Plastic Surgery); Sarah Thomis, Co-Chair (University Hospitals Leuven, Leuven, Belgium Centro de Referência, Lymphovenous Center); StéphaneVignes (French Reference Center Rare Vascular Diseases, Primary Lymphedema Unit, Hôpital Cognacq-Jay) , Kirsten van Duinen ((University Hospitals Leuven, Leuven, Belgium Centro de Referência, Lymphovenous Center)

*Membro do Grupo de Trabalho antes do Brexit, 1 de janeiro de 2021

A metodologia de trabalho passa, em ambos os casos, por, dentro do GT LPP (Grupo de Trabalho de Linfedema Pediátrico e Primário), ser analisada a necessidade da informação por todos os interveniente, clínicos e representantes de doentes, a discussão dos pontos fundamentais e a validação técnica da informação nele contida, pelos clínicos que ali têm assento que são os representantes dos Centros de Referência Europeus na área do linfedema. O fluxograma foi elaborado e validado na versão inglesa e só depois foi traduzido nas várias línguas da comunidade ali representada e, de novo, a tradução foi validada pelos clínicos das respectivas línguas maternas (no caso de Portugal e porque, até à data, o nosso país não tem nenhum Centro de Referência para o Linfedema Pediátrico e Primário e, consequentemente, não tem qualquer clínico  a representar Portugal a andLINFA solicitou a colaboração da validação da tradução do conteúdo deste ao cirurgião vascular J. Pereira Albino

Pode ler ou descarregar o documento infra:

MATERIAL DE APOIO: